Exército de Israel: O Exército Mais Íntegro do Mundo

Nesse dia 11 de maio, foi observado em Israel o Yom Hazikaron ou Dia da Memória, em que são lembrados os soldados mortos em batalha e vítimas de terrorismo. A data precede as comemorações do dia da Independência, de forma estratégica, para que todo povo se lembre que o Estado de Israel só existe por causa do sacrifício de muitos bravos soldados.
No entanto a campanha de calúnia e difamação de Israel por organismos internacionais, intelectuais de extrema-esquerda e pela mídia é uma das narrativas mais frequentes no nosso cotidiano. Estes grupos produzem os mais inacreditáveis malabarismos mentais para construir uma narrativa que coloque Israel como vilão, um praticante ativo de crimes de guerra.
Até onde vai a indignação seletiva para apontar Israel como o vilão? Qual a razão para esta inversão de valores na qual jogam nas costas da real vítima a culpa de todos os males? O que está por trás deste jogo, quando se busca impedir Israel de realizar qualquer tipo de defesa, enquanto se vende a narrativa do Islã “religião da paz”, ao se referirem a pessoas e grupos declaradamente decididos a reeditar o extermínio de judeus?
Não conhece um grupo como esse? Aqui segue um trecho retirado do estatuto do Hamas, partido que governa a Faixa de Gaza: “Israel existirá e continuará existindo até que o Islã o faça desaparecer, como fez desaparecer todos aqueles que existiram antes dele (segundo palavras do mártir, Iman Hasan al-Banna, com a graça de Alá).”
Israel vem sendo, ao longo de décadas, alvo de variados tipos de inimigos. Dentre eles está o Hamas, que não esconde seu fascínio pela morte e sabe muito bem o valor que Israel atribui à vida, usando assim, a morte em seu favor.
O exército israelense é pequeno e formado por cidadãos comuns. É um exército que empenha-se como nenhum outro em evitar guerras e proteger vítimas. Israel não ataca. Israel se defende.
Em mais uma colaboração com a PragerU, os Tradutores de Direita apresentam o Coronel Richard Kemp, que foi comandante das Forças Britânicas no Afeganistão e monitorou todo o conflito em Gaza em 2014 para a ONG UN Watch (ONG que tem por missão vigiar a ONU pelos seus próprios padrões).
Vejamos o que ele tem a dizer.
[*] http://veja.abril.com.br/…/do…/integra-do-estatuto-do-hamas/
Tradução: Patricia Maragoni
Revisão: cpac
Vídeo traduzido no YouTube: https://youtu.be/MXVxqveFJMY
Vídeo original: https://youtu.be/tN1MkAGuVyY
Agradecimentos à Prager University – www.prageru.com

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